Eles já se conheciam a alguns anos, mas nunca tinham reparado um no outro, até que um dia ela viu nele o rapaz dos seus sonhos, o rapaz para quem ela pudesse olhar mesmo de verdade, alguém a que a fizesse sentir mesmo o que é amar de verdade, e achou, ela tinha achado nele alguém por quem valesse a pena cometer loucuras, e achou ali um amor que a ajudava a sorrir todos os dias.
Ele vivia uma historia diferente, mas assim que viu que ela o queria, entregou-se a ela, e fez de tudo para que aquela chama de paixão que surgira se tornasse num fogo incandescente e incontrolável, com o tempo passou a ama-la como jamais teria amado alguém, e viu nela o que outros nunca tinham visto, tornou-a a rainha do seu mundo, e entregou-lhe todo o seu amor.
Ele deixaria tudo e todos para poder estar com ela, e ela para estar com ele suportaria o maior dos frios, e iam ao encontro um do outro, só para ela ter o prazer de ver aquele sorriso que tanto gostava, ou aquele olhar que a encantara, e ele repetia o mesmo para poder tocar naqueles doces lábios, ou sentir aquele doce perfume que o levava a lua.
Eles riam-se e contrariavam-se sempre um ao outro para que o outro se abraçasse a ele nem que fosse para o deitar ao chão, ou para lhe dar uma ferradela, pois depois ficavam ali a dar mimos para compensar a ferradela, ou sentava-se ao seu lado no chão, de tudo faziam para estarem o mais perto possível.
Mas com a mesma facilidade em que ela se apaixonou por ele, ela perdeu o interesse em estar com ele, em beija-lo, ou até mesmo abraça-lo, e então ela foi embora, tem outros objectivos, outros interesses, e já tem outro caminho, enquanto que ele ficou com o amor dos dois, e sofre, pois pesa bem lá dentro do peito, onde mais ninguém consegue chegar para tentar aliviar aquela dor.
E ela sabe bem, como é difícil carregar um amor destes sozinho.
Mas no entanto ele não quer que ela volte, ele só pede para que ela seja feliz nesse seu novo caminho. Mas se algum dia, por algum motivo ela quiser regressar, ele estará lá no sitio de sempre, com o amor que ela um dia deixou para trás, pronto para dar e receber o amor mais sincero que existe, pois ele vai guardar e cuidar daquele amor para sempre, para naqueles dias em que a solidão o atormentar se lembrar que um dia já foi feliz.
Ele vivia uma historia diferente, mas assim que viu que ela o queria, entregou-se a ela, e fez de tudo para que aquela chama de paixão que surgira se tornasse num fogo incandescente e incontrolável, com o tempo passou a ama-la como jamais teria amado alguém, e viu nela o que outros nunca tinham visto, tornou-a a rainha do seu mundo, e entregou-lhe todo o seu amor.
Ele deixaria tudo e todos para poder estar com ela, e ela para estar com ele suportaria o maior dos frios, e iam ao encontro um do outro, só para ela ter o prazer de ver aquele sorriso que tanto gostava, ou aquele olhar que a encantara, e ele repetia o mesmo para poder tocar naqueles doces lábios, ou sentir aquele doce perfume que o levava a lua.
Eles riam-se e contrariavam-se sempre um ao outro para que o outro se abraçasse a ele nem que fosse para o deitar ao chão, ou para lhe dar uma ferradela, pois depois ficavam ali a dar mimos para compensar a ferradela, ou sentava-se ao seu lado no chão, de tudo faziam para estarem o mais perto possível.
Mas com a mesma facilidade em que ela se apaixonou por ele, ela perdeu o interesse em estar com ele, em beija-lo, ou até mesmo abraça-lo, e então ela foi embora, tem outros objectivos, outros interesses, e já tem outro caminho, enquanto que ele ficou com o amor dos dois, e sofre, pois pesa bem lá dentro do peito, onde mais ninguém consegue chegar para tentar aliviar aquela dor.
E ela sabe bem, como é difícil carregar um amor destes sozinho.
Mas no entanto ele não quer que ela volte, ele só pede para que ela seja feliz nesse seu novo caminho. Mas se algum dia, por algum motivo ela quiser regressar, ele estará lá no sitio de sempre, com o amor que ela um dia deixou para trás, pronto para dar e receber o amor mais sincero que existe, pois ele vai guardar e cuidar daquele amor para sempre, para naqueles dias em que a solidão o atormentar se lembrar que um dia já foi feliz.







































